Kiyonga
Pessoas, Lugares, Culturas, Saberes e Outras Coisas.
19/05/2026
"A partir das obras expostas e das reflexões partilhadas pelos curadores, compreende-se que, passados 15 anos da sua morte, Malangatana continua profundamente presente entre os artistas moçambicanos. A sua obra permanece actual, traduz angústias, silêncios, medos e anseios da sua gente. Ele também continua a dialogar com artistas contemporâneos e mais jovens, mesmo quando estes recorrem a outras linguagens, técnicas e símbolos para representar os dias de hoje."
Opinião de Eduardo Quive () para ler em https://kiyonga.com/2026/05/19/crepusculo-mocambicano-malangatana-e-o-sentido-colectivo-da-arte/
07/04/2026
Chegou a Moçambique entre os séculos IX e X através de comerciantes árabes. No início era moeda de troca. Era símbolo de poder e de luxo. Com o tempo, deixou de ser apenas importada e passou a ganhar identidade local.
Leia mais em https://kiyonga.com/2026/04/07/afinal-capulana-para-que/
24/02/2026
Luís Bernardo Honwana fala sobre "Lutar por Moçambique, hoje"
"Urge, portanto, arrepiar caminho e, com coragem, dar os passos necessários à re-legitimação do processo, devolvendo ao Estado a totalidade dos poderes e prerrogativas que lhe são próprios.
Não é eficaz proclamar a unidade (como condição indispensável para a vitória no nosso combate) quando nada fazemos para impedir que o país seja cada vez mais desigual!"
Leia mais em https://kiyonga.com/2026/02/24/luis-bernardo-honwana-nao-e-eficaz-proclamar-a-unidade-com-o-pais-cada-vez-mais-desigual/
Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.