MEHLO
Associação pelo Empoderamento e Resiliência de jovens em situação de vulnerabilidade
21/12/2025
Comunicamos que a MEHLO entrará em recesso institucional a partir dos próximos dias. Esta pausa servirá para refletirmos, reorganizarmos internamente e avaliarmos novas formas de continuar o nosso compromisso com os jovens vulneráveis e os direitos humanos.
Durante esse período, algumas atividades poderão estar suspensas, mas seguimos disponíveis para assuntos urgentes pelos canais habituais.
Agradecemos a compreensão, o apoio contínuo e a parceria de todos. Voltaremos em breve com mais energia, propósito e estratégias para fortalecer ainda mais o nosso impacto.
Com estima,
Equipe MEHLO.
05/12/2025
Banú Babú, membro da Associação Coalizão( Associação Coalizão da Juventude Moçambicana ) defende com firmeza que os jovens LGBT devem assumir o protagonismo como líderes do movimento em Moçambique. Para ela, a luta por igualdade e justiça não pode ser feita sem a participação ativa e corajosa da juventude q***r, que conhece de perto os desafios impostos pela homofobia e outras formas de discriminação.
Banú acredita que, ao ocupar espaços de liderança, os jovens LGBT têm o poder de transformar realidades, questionar estruturas de opressão e abrir caminhos para novas gerações. Para isso, é necessário investir em formação, empoderamento e criação de redes de apoio que fortaleçam a resistência e a visibilidade.
Ela reforça que combater a homofobia não é apenas reagir à violência, mas também construir narrativas de orgulho, dignidade e liberdade. “Somos voz, somos força, e somos mudança”, afirma.
05/12/2025
Almeida Xavier, membro da Associação Cubhahwa ,defende que os jovens LGBT, incluindo jovens g**s, bisse***is e trabalhadores de s**o, devem estar no centro dos processos de tomada de decisão que afetam as suas vidas. Para ele, a construção de políticas públicas inclusivas só é possível quando essas vozes, historicamente marginalizadas, são escutadas e têm espaço para influenciar mudanças reais.
Almeida reforça que não basta reconhecer os direitos, é necessário garantir que esses jovens tenham acesso à informação, espaços seguros e oportunidades para liderar. A sua participação é essencial para combater desigualdades, estigma e discriminação ainda presentes na sociedade.
Ele apela por um compromisso sério das instituições e do Estado para promover a inclusão efectiva, e sublinha: “Falar de justiça social é falar de inclusão, e isso só acontece quando os jovens LGBT, em toda a sua diversidade, estão presentes nas decisões.”
05/12/2025
Amid Bacar, da Associação Kutchindja ( Kutchindja )destaca que é fundamental falar abertamente sobre os direitos se***is e reprodutivos, sem nenhum tipo de restrição. Para ele, estas conversas precisam sair dos espaços fechados e chegar às comunidades, escolas e redes sociais, onde podem realmente provocar reflexão e mudança.
Amid acredita que os influenciadores LGBT têm um papel essencial neste processo. Segundo ele, são essas vozes que, com coragem e autenticidade, podem sensibilizar a sociedade, combater estigmas e promover atitudes mais justas e inclusivas. Para Amid, influenciar é também educar, transformar e mostrar que todas as pessoas merecem viver com dignidade, respeito e acesso à informação.
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