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Associação pelo Empoderamento e Resiliência de jovens em situação de vulnerabilidade

15/06/2026

HEYYYY MAZZA!!! Pega essa visão 🥰

Empoderar homens é levantar quem tá do lado.
E empoderar homens em situação de vulnerabilidade é ainda mais importante. É dar chance real pra quem tá a recomeçar.

Mazzas Visionários está de volta!
Rede, troca e crescimento. Homem forte levanta outro homem.

21/12/2025

Comunicamos que a MEHLO entrará em recesso institucional a partir dos próximos dias. Esta pausa servirá para refletirmos, reorganizarmos internamente e avaliarmos novas formas de continuar o nosso compromisso com os jovens vulneráveis e os direitos humanos.

Durante esse período, algumas atividades poderão estar suspensas, mas seguimos disponíveis para assuntos urgentes pelos canais habituais.

Agradecemos a compreensão, o apoio contínuo e a parceria de todos. Voltaremos em breve com mais energia, propósito e estratégias para fortalecer ainda mais o nosso impacto.

Com estima,
Equipe MEHLO.

05/12/2025

Banú Babú, membro da Associação Coalizão( Associação Coalizão da Juventude Moçambicana ) defende com firmeza que os jovens LGBT devem assumir o protagonismo como líderes do movimento em Moçambique. Para ela, a luta por igualdade e justiça não pode ser feita sem a participação ativa e corajosa da juventude q***r, que conhece de perto os desafios impostos pela homofobia e outras formas de discriminação.

Banú acredita que, ao ocupar espaços de liderança, os jovens LGBT têm o poder de transformar realidades, questionar estruturas de opressão e abrir caminhos para novas gerações. Para isso, é necessário investir em formação, empoderamento e criação de redes de apoio que fortaleçam a resistência e a visibilidade.

Ela reforça que combater a homofobia não é apenas reagir à violência, mas também construir narrativas de orgulho, dignidade e liberdade. “Somos voz, somos força, e somos mudança”, afirma.

05/12/2025

Almeida Xavier, membro da Associação Cubhahwa ,defende que os jovens LGBT, incluindo jovens g**s, bissexuais e trabalhadores de s**o, devem estar no centro dos processos de tomada de decisão que afetam as suas vidas. Para ele, a construção de políticas públicas inclusivas só é possível quando essas vozes, historicamente marginalizadas, são escutadas e têm espaço para influenciar mudanças reais.

Almeida reforça que não basta reconhecer os direitos, é necessário garantir que esses jovens tenham acesso à informação, espaços seguros e oportunidades para liderar. A sua participação é essencial para combater desigualdades, estigma e discriminação ainda presentes na sociedade.

Ele apela por um compromisso sério das instituições e do Estado para promover a inclusão efectiva, e sublinha: “Falar de justiça social é falar de inclusão, e isso só acontece quando os jovens LGBT, em toda a sua diversidade, estão presentes nas decisões.”

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