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06/06/2026

Morreu Manuel Augusto, antigo ministro das Relações Exteriores

Manuel Domingos Augusto, antigo ministro das Relações Exteriores de Angola, morreu em Luanda, vítima de doença.

O antigo ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Domingos Augusto, faleceu esta sexta-feira, 5 de Junho, numa unidade hospitalar de Luanda, vítima de doença prolongada, segundo fonte familiar.

Manuel Domingos Augusto nasceu a 2 de Setembro de 1957 e foi uma das figuras centrais da diplomacia angolana durante o primeiro mandato do Presidente João Lourenço, tendo chefiado o Ministério das Relações Exteriores entre 2017 e 2022. Durante esse período, representou Angola em múltiplos fóruns internacionais e conduziu a política externa do país numa fase de reposicionamento diplomático e de reforço das relações com parceiros estratégicos em África, Europa e América Latina. Foi substituído no cargo por Téte António, em setembro de 2022, na sequência de uma remodelação governamental.

Antes de assumir a pasta das Relações Exteriores, Manuel Domingos Augusto percorreu uma carreira que passou pelo jornalismo e pela política, tendo acumulado uma experiência diplomática que marcou a sua actuação à frente do MIREX.

A notícia do seu falecimento não foi ainda confirmada por fontes oficiais do Governo angolano.

05/06/2026

Cidadãos denunciam alegada invasão e apreensão de bens por agentes de fiscalização em Luanda e subtração de 150 mil kwanzas

Uma família residente no município da Samba, denúncia que no dia 4 de Junho corrente, agentes de fiscalização e efectivos da Polícia Nacional terão invadido a sua residência, apreendido mercadoria e valores monetários, e causado danos à porta da sala.

Segundo relato do filho da proprietária dos bens, os agentes levaram mercadoria pertencente à sua mãe, comerciante informal, além de 150.000 KZ e telemóveis. Ainda de acordo com o denunciante, os agentes informaram que os bens apreendidos seriam destinados a uma “acção solidária”. A porta da sala da residência também terá sido danificada durante a acção.

“Clamamos por justiça”, afirmou o filho, que pede apuração dos factos e devolução dos bens.

Até ao fecho desta publicação, a Polícia Nacional e os órgãos de fiscalização não se pronunciaram oficialmente sobre a ocorrência. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das autoridades competentes.

A Constituição da República de Angola prevê, nos artigos 36º e 37º, a inviolabilidade do domicílio e o direito à propriedade privada, ressalvadas as situações previstas por lei mediante mandado judicial.

A equipa do Impacto directo continua a acompanhar o caso.

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