Bruno Bohme
Médico Pediatra e Intensivista Pediátrico.
20/03/2026
No choque pediátrico, a tomada de decisão começa antes mesmo dos exames laboratoriais.
A avaliação clínica inicial orienta as primeiras intervenções e pode definir a evolução do paciente.
Três decisões costumam guiar a conduta:
🔹 reconhecer precocemente os sinais de choque
🔹 escolher a reposição adequada ao mecanismo fisiopatológico
🔹 monitorar de forma ativa a resposta às intervenções
Mais do que seguir protocolos de forma automática, o manejo do choque exige interpretação clínica contínua.
25/02/2026
Na emergência pediátrica, vômitos e diarreia são causas frequentes de atendimento —
mas nem sempre são quadros benignos.
Alguns sinais clínicos indicam gravidade e não podem ser ignorados:
🔹 Alteração do estado geral, como sonolência ou prostração.
🔹 Desidratação moderada a grave, com redução importante da diurese.
🔹 Sinais de instabilidade hemodinâmica, como taquicardia e perfusão periférica ruim.
Esses achados não dependem de exames.
São reconhecidos à beira do leito e devem orientar prioridade e conduta imediata.
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