Projeto Eva

Projeto Eva

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O Projeto Eva pretende diminuir a reincidência criminal nas penitenciárias femininas de regime sem Ao contrário, viram que eram fracos, nus e temerosos.

14/11/2020

Projeto EVA em até 30 seg:
Nós do Projeto EVA criamos essa coleção de vídeos com o objetivo de trazer conhecimentos, especialmente sobre o projeto, de maneira rápida e dinâmica.

Nesse vídeo falamos sobre o que o Projeto busca proporcionar para a comunidade carcerária feminina!! Dá o play para saber mais, e marca um amigo para ele conhecer também!!

: O vídeo fala sobre o que o Projeto EVA busca proporcionar para a comunidade carcerária feminina. No qual durante o vídeo são apontadas frases sobre pontos que proporcionamos, sendo essas: valorizá-las como pessoas, ensinar a produzir sabonetes, educação financeira, desenvolver as relações interpessoais, aprendizados sobre marketing pessoal, compreender mais sobre técnicas de negociação, mostrar que elas podem ter um futuro melhor.

09/10/2020

Outubro é conhecido pelas campanhas do Outubro Rosa, o mês da conscientização e da prevenção do câncer de mama. Entretanto, os dados sobre a saúde das mulheres dentro do sistema carcerário são escassos e, com o objetivo de trazer maiores informações sobre, daremos ênfase sobre como ocorre – e se ocorre – essa campanha dentro das penitenciárias femininas brasileiras.

O direito à saúde é um direito fundamental para todos os indivíduos, sem exceção, devendo esse ser cumprido tanto com o objetivo de cura como para a própria prevenção. Porém, as políticas prisionais diversas vezes ignoram as necessidades especiais de saúde das mulheres encarceradas, privando-as de seus direitos básicos; além disso, sabe-se que o ambiente das penitenciárias é mais propicio à maiores ameaças à saúde dessas mulheres.

Entretanto, diversas penitenciárias não possuem os aparelhos e instrumentos necessários para o diagnóstico e prevenção dessa doença – o câncer de mama –, o que se torna ainda mais preocupante uma vez que profissionais da saúde apontam o diagnóstico precoce como um dos elementos mais importantes no combate ao câncer.

É reconhecido que através de algumas práticas, como alimentação e nutrição adequada, atividade física em dia, redução do tabagismo e da ingestão de bebidas alcoólicas, é possível reduzir os riscos de as mulheres desenvolverem câncer de mama. Contudo, sabe-se que cerca de 70% das mulheres encarceradas não praticam exercícios físicos, assim como a maioria delas se encontra acima do peso.

Porém, atualmente, diversas atividades e campanhas em algumas penitenciárias femininas têm sido feitas. Como, por exemplo nas unidades penitenciárias, do Mato Grosso do Sul que, em 2019, realizou palestras, parcerias e orientações de autoexame com o objetivo de fazer ações de conscientização em relação ao Outubro Rosa dentro das penitenciárias para as reeducandas.

Sendo assim, chamamos todos vocês para aproveitar o tema da campanha desse mês de Outubro para entender mais um pouquinho sobre esse assunto e sobre o que podemos fazer para mudar essa situação observada. Inicie sua ação compartilhando esse post e marcando seus amigos (as) aqui para saberem mais sobre isso também!

: imagem do post exibe o título "Outubro Rosa e o Direito à Saúde no Cárcere", com os logos do time Enactus Facamp e do Projeto EVA na borda inferior; entre os logos, também há o símbolo da campanha contra o câncer de mama: um laço cor-de-rosa.

24/09/2020

Continuando nossos posts sobre o Setembro Amarelo, hoje vamos tratar sobre o abandono e a solidão que os indivíduos no sistema carcerário brasileiro sentem. Daremos ênfase no sistema carcerário feminino, que obtém pouco realce na sociedade brasileira.

Tratando sobre o abandono, este ocorre especialmente pelas famílias, parentes e amigos das detentas, mais comumente pelos seus companheiros. Como consequência disso, o sistema psicológico delas é afetado intensamente, e algumas até cometem suicídio – a taxa de suicídio dentro de penitenciarias femininas é 20 vezes maior que fora desse sistema. Juntamente disso há um alto índice do uso de antidepressivos e outros remédios como fator indicador dessa situação vivenciada dentro das penitenciárias brasileiras.

Um dos efeitos desse abandono presenciado pelas mulheres nesse regime é a solidão. Com poucas visitas – as quais, muitas vezes, são inexistentes –, sem o apoio e sem o auxílio de familiares, amigos, de alguém do lado de fora, a solidão é um sentimento perpetuado diversas vezes entre as mulheres do sistema carcerário. Além disso, esse cenário foi ainda mais agravado devido à quarentena, em que, atualmente, as mulheres não podem receber visitas, aumentando ainda mais a solidão sentida por elas.

Há, também, o abandono nas questões de direitos básicos, por exemplo: o direito a absorventes para as mulheres em seu período menstrual muitas vezes não é seguido, deixando-as com quantidades abaixo do real necessário para uma mínima dignidade dessas mulheres. Ademais, o direito a tratamentos psicológicos, atendimentos preventivos de doenças e para a melhora da saúde dessas mulheres também é constantemente negligenciado, de modo geral.

Por causa disso, convidamos vocês a aproveitarem o tema desse mês e buscarem entender mais um pouquinho sobre o sistema carcerário brasileiro, e também sobre o que todos nós podemos fazer para mudar essa realidade para melhor. E por que não começar já marcando seus amigos?

: imagem do post existe o título "Abandono e Solidão no Cárcere", com os logos do time Enactus Facamp e do Projeto EVA na borda inferior.

19/07/2020

Como vocês já sabem, o Projeto EVA atua diretamente com as comunidades do regime semi-aberto das penitenciárias de Campinas e Mogi Guaçu – comunidades cem por cento femininas e majoritariamente negras. Pensando nisso, tiramos um tempo para estudar mais sobre o sistema carcerário brasileiro e sua relação com raça e gênero!

Depois das nossas pesquisas – muito centradas nas análises da colunista Juliana Borges, escritora de ‘Encarceramento em Massa’ – descobrimos que, em São Paulo, apesar de a maior parte dos crimes de furto e roubo serem cometidos por pessoas brancas*, a população negra apresenta maior taxa de criminalização e punições mais severas.

Cada vez mais, temos ouvido afirmações de que pessoas negras cometem mais crimes e são mais violentas do que pessoas brancas – afirmações de cunho discriminatório e essencialmente ra***tas. Nós, do Projeto EVA, repudiamos qualquer pensamento ou ato ra***ta e, por meio desse post, nos comprometemos a estudar mais sobre o assunto e apoiar esse movimento – da maneira que pudermos e por tempo indeterminado.

Aqui estão os perfis do Instagram da Juliana Borges () e também da Thayná Laís (), com quem temos aprendido muito sobre o assunto! Também deixaremos um link** abaixo de redirecionamento à uma plataforma com inúmeras maneiras de apoiar o !!!

*Segundo dados coletados por Ivan Borin, em São Paulo, 59,5% dos réus por furto são brancos, em comparação à 40,1% de réus negros pela mesma infração. No que tange aos dados de roubo, 51,4% dos réus são brancos e 48,3% são negros. Apesar disso, ap***s 59,4% dos brancos são condenados, em contraste com a condenação de 68,8% dos réus negros.

** Para contribuir com o Movimento, recomendamos que acessem o seguinte link: https://blmbr.carrd.co/

: na imagem do Post, há a mensagem escrita de que "o Projeto Eva apoia o Movimento " que, por sua vez, é representado pelo símbolo característico de um punho cerrado.

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