Rapeize
Página com as novidades da RAPEIZE, o grupo mais tradicional da UFSC Joinville.
RELEMBRAR É VIVER! Título conquistado em cima do maior rival 🤣🏆🥇💚
18/08/2015
RPZ | VIII COPA MOBILIDADE
Esses foram os representantes da família Rapeize inscritos na VIII Copa Mobilidade.
Além deles, a torcida da Pantera também representou de forma única o grupo mais tradicional da UFSC - Joinville. Um agradecimento especial a todos que torceram e gritaram o novo canto "Ei, Rapeize, I love you" e também todas as novas músicas criadas durante a competição.
Legenda:
1 - Bandeirão da Rapeize Panther (100m de comprimento - o maior de toda UFSC)
2 - Musas dos times: Carol e Thalita (Eleitas as mais belas musas da Copa Mobilidade)
3 - Rapeize FC (Time mais injustiçado pela arbitragem)
Da esquerda pra direita
Em pé: Daniel, Muca, Gi, Samuca e Guerreirinho
Agachados: Mayckon, Hector, Crippa, Marcelo e Ramon
4 - Rapeize Sedentária (Pantera Preguiçosa)
Da esquerda pra direita
Em pé: Djani, Lucas, Fábio, Gustavo, João e Digo
Agachados: Kalvin, Michels, Robert, Ique e Thales.
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Atenciosamente, Família Rapeize
27/11/2013
A Batalha das Termópilas foi travada entre Esparta e o Império persa de Xerxes I, composto por uma imensa variedade de povos, em grande vantagem numérica. A batalha durou três dias, no desfiladeiro das Termópilas, em 480 a.C.
Com um contingente muito menor, os gregos detiveram o avanço persa durante três dias. Durante dois dias repletos de batalha, os espartanos, em número muito menor, bloquearam a única maneira que o imenso exército persa poderia usar para entrar na Grécia. Entretanto, após o segundo dia, um residente local e traidor, chamado Efialtes, levou aos invasores informações secretas: um pequeno caminho que podiam utilizar para transpor as linhas gregas. O exército perdeu a batalha, mas Esparta jamais foi tomada pelos inimigos.
Escritores antigos e modernos utilizam a Batalha das Termópilas como exemplo do poder que um exército patriótico pode exercer defendendo seu próprio solo com um pequeno grupo de combatentes, tornando-se um símbolo de coragem contra as adversidades.
E em uma fiel reprodução da famosa guerra, a Rapeize lutou nos dias 23, 24 e 26 de novembro, em Joinville, contra um exército furioso, ansioso pela derrocada da equipe mais tradicional do CEM – a única medalhista em todos os esportes.
As equipes, aliadas a sua fiel torcida, lutaram bravamente contra o enorme exército adversário, que assim como os persas, conta com uma grande diversidade de povos, unidos pelo ódio contra o grupo alviverde. No entanto, a raça, a lealdade e a união desse grupo o tornam muito diferente da furiosa massa persa. E assim como os espartanos, em menor número, mas com grandes virtudes, a Rapeize frustrou todas as tentativas de êxito dos adversários – classificou-se para as semi-finais do Vôlei Masculino e Feminino e chegou a grande final do Futebol. Neste último e derradeiro momento do final de semana, o time sofreu uma grande baixa: por detalhes, deixou escapar o tão sonhado título do esporte mais praticado no país.
Chegou terça-feira, que reservava grandes surpresas. A Rapeize reafirmou a força do seu elenco com seus últimos guerreiros no front de batalha - a dupla Thales e Marlon, e o trio Elisa, Nicole e Flávia - que confirmaram a supremacia alviverde, conquistando o bicampeonato no Vôlei Feminino, e o título inédito no Vôlei Masculino.
No entanto, a V Copa Mobilidade não seria tão fiel a famosa Batalha das Termópilas, com a ausência de um traidor. E ele veio, assim como o famigerado Efialtes, no terceiro dia. E numa cópia fiel do antigo algoz de Esparta, levou aos inimigos informações secretas, utilizadas num ataque de ódio e desrespeito, que revelam o caráter do inimigo – assim como os persas, precisou de artifícios traiçoeiros para tentar desmoralizar e vencer. Porém, mais uma vez, a investida fracassou. Como Esparta, a Rapeize perdeu uma das batalhas – contra um exército muito maior, porém menos qualif**ado e virtuoso. Apesar disto, os êxitos logrados, a raça e a união deste grupo superam – e muito – os fracassos e os ataques vis dos adversários. A Rapeize segue marcada na história do CEM como um exército de guerreiros, agora, ainda mais vitoriosos.
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Joinville, SC