Maragosangha

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Desde abril de 2014, oferecemos uma oficina de Ciência, Meditação e Introdução ao Budismo, onde o Prof. Namastê e Jai Gurudev!

15/01/2021

Depoimento sobre a oficina da Maragosangha que deu origem ao livro: A Arte de Aprender a Ser, da Editora Gryphus: “Quero agradecer de coração e alma a oportunidade desta MaragoSangha. Nunca vi, em minha vida, um ato tão despretensioso. Nem nos centros religiosos. Vocês nos doaram seu tempo livre, energia, atenção, compaixão e até recursos financeiros. Este é um exemplo que levarei na minha vida e pelo qual sou muito grata. Só posso desejar que todos os milagres que se passaram em mim graças a vocês transformem-se em bênçãos poderosas nas suas vidas. E assumo o compromisso de que a semente plantada em mim será cultivada e de que todos serão beneficiados também pelos frutos dessa semeadura. Recebam meu Amor e gratidão por esse "encontro", pois através deste muitas coisas têm mais sabor, cor e significado. Vocês são muito PRECIOSOS! Namastê! Jai Gurudev!” Mônica. Leia o livro. Escute os podcasts no spotify. Assista aos satsangs no youtube. É só buscar: maragosangha. Veja as nossas lives. Links na Bio.

05/01/2021

Normose. Esse é o nome da doença causada pelo equívoco de nos medirmos pela régua dos outros. Nas palavras de Hermógenes: “Todo mundo quer se encaixar em um padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de se alcançar. O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável e bem-sucedido. Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema. Quem não se “normaliza”, quem não se encaixa nesses padrões, acaba doente. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate na sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que exija que você seja do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.” Eu acho que, infelizmente, já não estamos mais sequer sofrendo de “normose”, como falou Hermógenes, mas de um agravamento da normose: a “Anormose”. Não desejamos mais sequer pertencer à curva normal, mas a uma “moda” da curva que não existe no mundo real. Uma “normalidade” construída pela mídia. Se temos 1,70 m e a média de peso das pessoas com essa altura é, digamos, 75 kg, que seria a moda da curva “normal”, não queremos mais ter esse peso. Agora queremos ter 65 kg, porque esse é o padrão de beleza “vendido” pela mídia, em uma escala completamente falseada. E é assustador como somos engolidos por essa falsa escala de valores sem nos darmos conta de que isto está acontecendo. E como nos mensuramos por ela. E nos cobramos corresponder a essa escala falsa. E assim, nos medindo cada vez mais pela régua dos outros, vamos nos tornando mais distantes de nós mesmos, vivendo a nossa existência através do nosso personagem, do nosso ego, e não do nosso ser, que é quem verdadeiramente somos. Leia o Livro. Escute os podcasts. Links na Bio.

05/01/2021

Depoimento sobre a oficina da Maragosangha que deu origem ao livro A Arte de Aprender a Ser, da Editora Gryphus: “Amigos, Cinco dias. Foi do que precisei dispor da minha vida, do corre-corre do cotidiano, das agruras e alegrias fugazes do ego para começar uma jornada sem volta pela busca de uma forma diferente de ver a vida. Decidi que abraçaria a tudo, é verdade: as experiências, a vivência em retiro, o silêncio, a natureza e a mim mesmo. O que eu jamais saberia, no entanto, era que me doaria, me abriria e me ligaria tanto e desta forma tão intensa a tantas pessoas que nunca vira antes na vida. Mas, como me contou uma borboleta azul, fazer planos é a melhor maneira de matar de rir a Deus. Conheci pessoas maravilhosas, extraordinárias com todas as suas qualidades e defeitos, do jeitinho que o Universo as forjou. Não esperava a dimensão do acolhimento que recebemos, nem da Sangha e muito menos de nós mesmos. Por tudo isso, agradeço enormemente e de todo o meu ser por tudo que vivenciei, por me terem sido dadas a oportunidade e as condições de desafiar a mim mesmo, de mergulhar nesta grande aventura de autoconhecimento e reflexão e de ter tido companhias tão fantasticamente doces neste mergulho. A todos vocês, o meu MUITO OBRIGADO, Namastê e, como sempre, Jai Gurudev.” Chico

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