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Regularização imobiliária, análise contratual e questões fiscais. Direito militar também.

24/04/2026

Meação não é herança. E quando isso não f**a claro, a viúva pode perder o que legalmente nunca foi do marido.
A meação é a metade do patrimônio construído durante o casamento e que já pertence à esposa por direito. Essa parte não entra no inventário e os filhos do primeiro casamento não têm qualquer direito sobre ela.
A outra metade, que pertencia ao falecido, essa sim vai para o inventário e é dividida entre todos os herdeiros, incluindo os filhos do primeiro casamento.
O que a viúva leva depende quase inteiramente do regime de bens do casamento:
No regime de comunhão parcial (padrão quando não há pacto antenupcial), a meação protege tudo que foi adquirido durante o casamento. O que o marido já tinha antes da união não entra.
A lei ainda garante à viúva o direito real de habitação no imóvel onde o casal residia, enquanto ela viver ou não constituir nova união. Ela pode continuar morando no imóvel mesmo que os filhos sejam donos de parte dele.
Sem planejamento, a família começa a dividir o que restou ao mesmo tempo em que ainda está enterrando quem se foi. Com planejamento patrimonial estruturado em vida, a divisão já está desenhada, os conflitos são reduzidos e cada um recebe o que é seu por direito, sem surpresa e sem disputa.

03/04/2026

A forma de usar holding mudou — e 2026 pode ser a última janela de oportunidade.

Durante anos, a holding permitia uma grande vantagem:
📌 imóveis eram integralizados pelo valor histórico
📌 e na doação das quotas, o imposto era calculado sobre esse valor

Exemplo:
Você comprou por R$ 1 milhão e hoje vale R$ 20 milhões
→ o imposto era sobre R$ 1 milhão

Mas isso mudou.

Com a Lei Complementar 227 de 2026, o cálculo passa a considerar o valor de mercado dos bens — inclusive goodwill.

Na prática, isso pode aumentar o imposto 10x, 15x ou até mais.

Mas existe um ponto crucial 👇

Pela regra da anterioridade anual, uma lei que aumenta tributo só pode produzir efeitos no ano seguinte.

Ou seja:
2026 pode ser uma janela para ainda utilizar a lógica antiga, dependendo do caso.

Não é automático — envolve análise jurídica e planejamento.

Mas quem deixa pra depois… pode pagar muito mais.

Planejamento patrimonial não é sobre evitar imposto.
É sobre pagar o mínimo legal com estratégia.

Comenta “HOLDING” que eu te explico se essa janela ainda faz sentido no seu caso.

ReformaTributária Patrimônio

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