LEMAS / IFRJ

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Laboratório de Ecologia e Manejo de Animais Silvestres do Instituto Federal do Rio de Janeiro, camp

Photos from LEMAS / IFRJ's post 15/10/2021

Ontem a equipe realizou um campo de monitoramento e manejo das antas que foram soltas no início do mês.

Durante o percurso, tivemos a alegria de encontrar duas antas curtindo a vida livre 💚

A Cachoeiras, aproveitando o lago e a Jasmin, que foi aproveitar a suplementação alimentar que deixamos para a Cachoeiras 🤣

A reintrodução de antas conta com o apoio do Programa Sociambiental da Petrobrás ().

Photos from LEMAS / IFRJ's post 27/04/2021

Para já entrar no clima do Dia Mundial da Anta, eis a lista dos convidados da nossa live!

A partir das 15 horas, conversaremos sobre a biologia das antas, os desafios da conservação de suas populações e sobre reintrodução também. Aguardamos vocês!

Estudo monitora a fauna do Rio para entender os impactos da pandemia de Covid-19 na vida selvagem | Ancelmo - O Globo 20/04/2021

Estudo monitora a fauna do Rio para entender os impactos da pandemia de Covid-19 na vida selvagem
Por Ana Cláudia Guimarães • 18/04/2021 10:00

Acompanhar a fauna do Parque Nacional da Tijuca e da Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), no Rio, com câmeras e sensores por um ano para entender como os animais respondem à presença humana nas trilhas durante a pandemia de Covid-19. Esta é a atual missão de Marcelo Rheingantz, biólogo da UFRJ, e Maron Galliez, professor do IFRJ. Ambos trabalham no Refauna - uma iniciativa que a turma sa coluna acompanha de perto há alguns anos e é a responsável por reintroduzir espécies de animais que estavam extintas na Mata Atlântica do Rio.
O novo projeto desenvolvido pele equipe deles, que é financiado pela NatGeo e tem o apoio do Parque Nacional da Tijuca e da REGUA, vai tentar entender se mamíferos de médio e grande porte de fato se comportam diferente na floresta com menos humanos e como eles respondem ao seu retorno. Se com menos barulho de veículos motorizados há maior ou menor diferença no comportamento deles e o porquê tudo isso acontece.
Desde que a pandemia começou, foram vários os relatos e imagens que mostraram como o “sumiço” das pessoas deixou animais selvagens muito mais à vontade – com casos marcantes, como o flagrante em julho de 2020 de um puma dentro da cidade do Rio de Janeiro, um fato não registrado há pelo menos 50 anos na área urbana do Rio. Aliás, chama-se de antropopausa este fenômeno, que é a interrupção ou a diminuição das atividades humanas e foi criado por conta dos acontecimentos vistos durante a pandemia de Covid-19.
A pesquisa faz uso de 37 armadilhas fotográficas e 10 sensores de pedestres em cada uma dessas áreas protegidas. Esses equipamentos poderão ajudar a estimar, por meio de dados, vídeos e fotos, qual deve ser a taxa máxima de visitação de turistas em regiões de trilhas, dentro de cada uma dessas unidades de conservação. Quando tiver os resultados, Marcelo cita quais podem ser os benefícios práticos. “A compreensão deste fenômeno pode auxiliar a gestão de Unidades de Conservação (UC) para assegurar a manutenção da biodiversidade, fazendo uso, se necessário, da limitação adequada da visitação nas trilhas mais movimentadas”, conclui o pesquisador.

Estudo monitora a fauna do Rio para entender os impactos da pandemia de Covid-19 na vida selvagem | Ancelmo - O Globo Acompanhar a fauna do Parque Nacional da Tijuca e da Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), no Rio, com câmeras e sensores por um ano para entende...

Photos from Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira's post 22/03/2021

Grande discussão.

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