Libra Designer
Empresa de Web Designer Criação e gestão de paginas nas redes socias, com produção de conteúdo. Conheça o webdesigner! O que é o webdesign?
18/01/2018
5 grandes tendências de Web Design para 2018
1. Layout fora do grid
Como designers, adoramos simetria e padrão em nossas artes. Movemos de pixel em pixel até que o elemento fique perfeitamente posicionado. Qualquer imperfeição deve ser eliminada com cautela e precisão. E como web designers, usamos o famoso grid como um parceiro fiel que nos proporciona simetria absoluta para nossas criações.
Contudo, com a “democratização” do design, o mercado busca por novos diferenciais e maneiras de ser engajado. E assim, o grid deixa de ser nosso parceiro, e passa a ser um obstáculo que padroniza tudo, até demais. Dessa necessidade de se destacar em um mercado normalizado, surge uma tendência: pensar fora da caixa, literalmente.
Designers progressistas começam a redimensionar os limites do grid, criando artes maravilhosas com sobreposições entre tipografias e imagens, buscando sempre mais fluidez e dinamismo. Sair do grid oferece novas oportunidades para criatividade e storytelling em um mundo cada vez mais competitivo.
2. Scroll como forma de contar histórias longas
Scroll não é coisa nova. Desde a criação da internet como a conhecemos, usamos o scroll como ferramenta importante de navegação e interação com plataformas digitais. E com a introdução e popularização dos smartphones, essa ferramenta se torna cada vez mais familiar e intuitiva. Estamos acostumados a “scrollar” conteúdo no Facebook, Instagram, até mesmo no 9Gag.
Essa familiaridade em rolar a página eternamente no mobile começa a estar mais presente no desktop também. Designers criativos estão começando a usar o scroll como elemento crítico no storytelling. Além de ser uma experiência bem melhor para o usuário (visto que ele não tem que f**ar navegando por meio de headers e calls to action), também representa uma vantagem competitiva para a empresa, já que longos conteúdos são ótimos para SEO.
3. Skeumorflat
A uns anos atrás, presenciamos a queda do design skeumórfico e vimos a ascensão do famoso design flat. A busca por simplicidade e excelência em UX fez com que os botões 3D fossem substituídos por cores mais sóbrias e planas.
Isso gerou uma disparidade de opiniões entre os que amaram o minimalismo e intuitividade do novo estilo flat; e os que odiavam o “simplismo” exagerado da nova norma, que fazia com que todo site ou aplicativo perdesse sua personalidade única. 2018 será um ano de meio termos. Ambos os estilos, skeumórfico e flat, começam a se fundir em uma mistura de cores vibrantes e discretos efeitos tridimensionais que proporcionam um senso de materialidade às interfaces.
Veremos cada vez mais sombras discretas que dão uma impressão de profundidade e o uso de gradientes leves para agregar materialidade aos elementos. A ideia é usar um pouco do realismo do estilo skeumórfico, junto ao minimalismo e facilidade do estilo flat.
4. Ilustrações = new heroes
Ilustrações começam a aparecer cada vez mais no cenário de UI Design. Profissionais passaram a substituir as famosas fotos do Pexels e Screenshots de produto e passaram a colocar lindos desenhos como elemento above-the-fold. Ilustrações são muito poderosas em trazer conceitos abstratos da sua marca a uma realidade mais tangível e vívida.
Além disso, como apontado por John Moore Williams, estrategista de conteúdo da Webflow, as ilustrações resolvem um problema de representatividade muito sério das fotos. Quando definimos uma foto de uma pessoa para ser a capa de um site, aquela pessoa passa a personif**ar o tipo de usuário que se busca atender e faz com que outros usuários (mesmo que se encaixem no perfil psicográfico) se sintam não representados.
Já quando falamos de ilustrações, f**a mais difícil de projetar sexualidade, raça, nacionalidade e até mesmo s**o, fazendo com que uma maior quantidade de pessoas se sinta representada por aquilo que está consumindo.
5. Formulários conversacionais
Esse é o tipo de assunto que eu sempre sinto que não escrevi o suficiente. É tão relevante que as vezes parece que faltam palavras que possam expressar a sua real importância. Bom, esse assunto é o crescimento das Interfaces Conversacionais. Interface conversacional é aquela em que todas as ações do usuário são manifestadas por meio do uso de palavras ao invés de cliques em botões, menus, Calls To Action. Tudo isso é trocado pelo ato mais natural do ser humano: conversar. E é justamento por isso que elas são tão relevantes. É extremamente intuitivo. O usuário não tem que entender nada, é só digitar alguma coisa e a inteligência, seja ela básica ou complexa, faz o resto por você.
Um exemplo pra f**ar mais tangível. And Chill é um bot de Messenger que tem uma função: te dar recomendações de filmes baseado em suas preferências. Ele funciona assim: você clica no link, entra no messenger e diz olá. Você vai automaticamente receber uma mensagem te pedindo pra falar o seu filme favorito e porque você gosta tanto dele. Depois de alguns minutos, o bot seleciona uma série de títulos que tenham a ver não só com o gênero do seu filme, mas também com a sua justif**ativa. Detalhe, ele te passa todos os trailers e se você fala “me conte sobre [título]”, ele te passa uma sinopse completa. Dá uma olhada, você vai entender a magnitude do que eu estou querendo dizer.
É genial. Nada de aplicativos, nada de “selecione abaixo os filmes que você gosta”, nada de botões, nada de ir e voltar e ir de novo, nada de barra de pesquisa. Tudo que você tem que fazer é conversar. É por isso que interfaces conversacionais são tão importantes. Interfaces conversacionais são o futuro do UX.
15/09/2016
Eu tenho certeza que a maioria de vocês estão cientes do uso da linha de tempo no design, especialmente porque todos os perfis hoje são agora exibidos desta forma. Além disso, alguns aplicativos de smartphones como o Path ou Tweetbot também usam design baseado em linha de tempo para mostrar suas histórias. Uma linha de tempo é uma das melhores maneiras de mostrar eventos cronológicos em um estilo elegante e preciso.
Ela pode ser usada em uma página 'Quem Somos' para mostrar momentos importantes ou para contar a história de uma empresa com datas, entre outras coisas. Aqui eu coloquei lindos sites com layout estilo linha de tempo para inspirar os seus projetos.
http://www.thomson.co.uk/blog/wp-content/uploads/infographic/interactive-music-map/index.html
The Evolution of Western Dance Music An Interactive Graphic Showing The Evolution of Western Dance Music Over The Last 100 Years in Under 20 seconds
20/06/2016
Os 15 tipos e tendências de logos para o futuro!
Um ano de observação, e um pensamento geral nos ocorreu: KISS está voltando. Não aquela banda. KISS: Keep It Simple Stupid (Mantenha isso simples, id**ta). Designers estão prestando atenção ao velho ditado e se rebelando contra a complexidade. Convenhamos, o simples é rei mais uma vez.
As tipografias abandonaram grande parte da sua personalidade e adotaram uma construção sans-serif universal e, observe também a simplicidade das formas. A geometria pura é muito mais evidente, mais e mais empresas estão optando por ir, ou seguir seus criadores, por este caminho.
Conheça agora as tendências para logotipos em 2016:
1. Sombreado
Este conceito pode dar a sensação de inclinação vazante e uma cor para outra, conceitualmente, estas tecnologias pode transmitir a ideia de uma mudança controlada ou uma solução multiestágio.
Durante anos, a criação de um logotipo exigiu que um processo de mais de quatro cores fosse proibido, pois brilhos e gradientes causavam altos custos para a produção.
O jogo mudou, não é mesmo?
2. Círculos
Este ícone, onipresente, da perfeição e do infinito, tornou-se uma forma furiosa do dia-a-dia, uma febre. Esta tendência é muito mais ampla e é inclusiva de iterações infinitas, únicas de círculos sobre círculos.
O elemento diferenciador é muitas vezes o efeito que se dá. Essa área pode mudar do transparente, o plano para gradação e raramente, dimensional.
3. Metade/Meio
Dividir ao centro, faz um acesso à luz de um lado ou outro. Um canto dinâmico em perspectiva quase sempre supera uma vista de frente, o objetivo desta divisão, do tom-sobre-tom é o despertar de interesse.
O objetivo é o revestimento de tentativa, tridimensional, mais realista que se tronaram, populares ao longo da última década.
4. Ligado ou Linkado
O conceito de ligação é embalado com metáforas e comparações, ele visa, geralmente, um emparelhamento com outros para expandir a capacidade.
Marcas assim, são construídas para demonstrar força da união.
5. Humor
Imagine que você quer acompanhar um loop e, precisa parar em seu ponto de partida, você consegue?
Hipnotizante não? Logos assim criam um caminho contínuo que se tornam um tanto quanto viciantes e envolventes, quanto mais suave o traço, menos brusco o passeio.
6. Orelhuda
Eles abrangem o que é importante e são realmente uma iteração do hexágono, que era tão difundido há dois anos.
Estes logotipos fazem o seu aparecimento, por exemplo, em cartões de visita, com os cortes das orelhas, igualmente ao seu logotipo, se tem o próprio logo em mãos.
7. Cantos
Eles são o modo básico de definição de qualquer espaço retangular é o parêntese simbólico usado para chamar atenção para o que está dentro.
Os agrupamentos que formam um quadro demonstram uma parceria entre iguais e um esforço unif**ado.
8. Linhas e Traços
O desafio é que, como todas as coisas são iguais, todas as coisas são iguais.
Certamente a diferenciação poderia ser pela cor, mas quando há um único ambiente de cor, sinalizar com alguma linha tracejada textura parece um ajuste perfeito.
Razões são limitadas, mas algumas considerações são para demonstrar movimento, fronteiras, caminhos, elementos invisíveis, transparência, pontuações ou camadas secundárias.
9. Fora de Linha
Quem nunca montou um bom quebra-cabeça? Um desafio, né?
Bom, as marcas fora de linha podem nos deixar determinados a endireitá-las.
Desajeitadamente organizados, os elementos destas marcas podem aparecer como um aceno para a não conformidade ou uma maneira de exibir autonomia das várias partes que vêm junto na unidade.
10. Cachos
Francamente, estão relacionados a um forro feminino e co**ha de colher, mas, com muito mais potencial. Demonstram flexibilidade.
Transparência parece ser um aspecto bastante comum desta forma, mas não é incomum vê-lo em tom plano ou em gradiente.
11. Escudos de bolso
Eles têm buscado a identif**ação por muito tempo, demonstram proteção, autoridade e, são a garantia da qualidade oficial.
Simbolismo em patrimônio, vale certamente a aplicação, mas talvez com um aceno sutil, não muito contemplado ao passado.
12. Camadas
Imagine jogar um logotipo tridimensional como fatias de pães e refazer a remontagem dessas fatias no espaço.
Simbolismo em patrimônio, vale certamente a aplicação, mas talvez com um aceno sutil, não muito contemplado ao passado.
13. Letras e bloco
Quadrados e círculos têm um lugar especial nos corações da maioria dos designers.
Certamente você já viu um ressurgimento da popularidade, mas o fascínio com a forma exterior pode ser ligado à ideia de transformar uma carta comum em um objeto útil.
14. Torcido
Esta nova geração de símbolos flutuantes é ainda cheia de potencial.
Ao invés de esperar que os consumidores capturem a essência de uma indústria baseada em uma visão da marca, espere o público adivinhar um senso de personalidade, ou, pelo menos, que seja cativado pela imprecisão impetuoso, fazendo assim, ele investigar mais.
15. Barras
De todos os blocos de construção essenciais de design, o ritmo é, provavelmente, um dos componentes mais incompreendidos.
A precisão de largura, de espaçamento e linha é o que implica e o mesmo será verdade para a organização que a marca representa.
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