Executa Contabilidade
Empresa de contabilidade localizada na Rua Nestor Gomes, nº 277, Ed. Anchiela, Salas 401 e 402, Centro, Vitória/ES, Telefone de Contato 27 3222-2622.
28/11/2016
Crise econômica eleva a procura de empresas por assessoria contábil
A união da empresa com o escritório contábil é estratégia para enfrentar os problemas financeiros
Diante de um cenário econômico ainda instável no país, uma demanda que cresceu e vem crescendo ainda mais, foi a procura por serviços de assessoria contábil. A maioria dos empresários estão procurando ter uma visão positiva da crise, buscando sempre oportunidades e alternativas para se beneficiar da situação.
Com isso, o profissional contábil vem sendo um grande aliado dos empreendedores, pois deixou de ser apenas um prestador de serviços e assumiu papel de consultor nos negócios, aliando a experiência de mercado ao conhecimento tributário, o que lhe dá condições de colaborar ainda mais com a melhora das finanças das empresas.
A assessoria contábil pode ajudar a empresa a melhorar o desempenho do negócio, orientando o empresário por meio dos dados corporativos a tomar decisões acertadas para o crescimento, ajudar na otimização de processos e no planejamento de todas as ações, sempre tendo como base indicadores, números e estatísticas, após a realização de análises e projeções.
“Com a recessão, as finanças das empresas estão em risco todo o tempo, especialmente quando a sua gestão está em mãos erradas. Por isso, a contratação de uma assessoria contábil de confiança e credibilidade pode ajudar o empresário em momentos difíceis,” diz José Eduardo Rissi, diretor da Rissi Contabilidade Médica.
Com a assessoria os riscos são calculados, assim, não há prejuízos significativos que levem à falência das empresas em poucos meses, coisa que acontece frequentemente no cenário brasileiro atual.
De acordo com Neoway, consultoria especializada em inteligência de mercado, cerca de 1,8 milhão de empresas fecharam as portas no país durante o ano passado. Esse número engloba empresas de todos os tamanhos e setores da economia, inclusive dados de microempreendedores individuais.
“É preciso conhecer profundamente a empresa, estar atento às novidades legislativas e ciente de todas as mudanças do mercado e de seus impactos no negócio. Dessa forma, é possível manter a saúde financeira da empresa,” finaliza Rissi.
Fonte: Cenário MT
Sua empresa organiza bem seus registros?
Como anda a gestão financeira da sua empresa? Registrar seus gastos e receitas é muito importante para a saúde financeira do seu empreendimento. Entendemos que o papel do profissional de contabilidade é lhe ajudar a montar declarações e cuidar do re
Como anda a gestão financeira da sua empresa? Registrar seus gastos e receitas é muito importante para a saúde financeira do seu empreendimento. Entendemos que o papel do profissional de contabilidade é lhe ajudar a montar declarações e cuidar do relacionamento da sua empresa com as entidades do governo que lhe cobram impostos, correto? Mas muitas empresas também acabam deixando os registros financeiros incompletos, simplesmente por preguiça ou desorganização, e esta opção pode gerar grandes transtornos ao negócio.
Você precisa de registros precisos e fidedignos para entender cenários e tomar decisões de curto, médio e longo prazo. Hábitos simples podem ajudar a organizar ainda mais a sua prestação de contas. Tudo aquilo que a contabilidade precisa entregar, sejam guias para pagamentos de impostos ou declarações obrigatórias, depende diretamente das suas receitas e despesas.
Portanto, suas notas fiscais emitidas e coletadas precisam ser de conhecimento do seu contador para não haver divergências. O fluxo de caixa precisa ser detalhado e registrado, e você precisa ter um controle de tudo que saiu e entrou.
Com o advento do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital) e demais obrigações eletrônicas, a Receita Federal tem aumentado a fiscalização e controle sobre a remuneração dos sócios. Para garantirmos segurança jurídica sobre a isenção tributária dos lucros distribuídos, o regulamento do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) exige a demonstração contábil, devidamente conciliada com os extratos bancários da empresa. Este é apenas um dos exemplos da importância de termos um sistema para registro organizado. Notas emitidas, despesas e fluxo de caixa precisam estar em ordem.
Se eu lhe perguntar, você conseguiria rapidamente estimar novas vendas e me dizer quais seus custos mensais básicos? Se não conseguir vislumbrar estas respostas, acredito que sua organização não está sendo capaz de lhe fornecer as informações básicas para tomar decisão.
Minha dica: monitore e classifique suas despesas e receitas, analise áreas em que há gastos supérfluos. Assim você consegue encontrar forma mais inteligente de gerir seus recursos, fazer previsões, analisar formas de gerar mais receita, além de se preparar para os meses vindouros. Você precisa saber para onde o dinheiro está indo para conseguir fazer um efetivo planejamento financeiro.
Um software de gestão básico pode ajudar muito. Os chamados ERP (Enterprise Resource Planning) são softwares que integram todos os processos e dados de uma organização em um único sistema e acabam gerando uma série de benefícios para a empresa. E eles também poderão ser úteis para emitir suas notas fiscais, uma vez que a Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo) vai descontinuar o uso do emissor gratuito a partir de janeiro do ano que vem.
Bem, cuide da prestação de contas da sua empresa. Isso vai lhe ajudar muito e também potencializar o trabalho da sua contabilidade.
Fonte: Diário Grande ABC
Sistema Fenacon pede ampliação do prazo de parcelamento de débitos
Tal ação será de grande importância, em virtude da gravidade e do momento vivido pelas empresas
O Sistema Fenacon Sescap / Sescon enviou na manhã de hoje ofício ao Secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, e ao Secretário - executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, solicitando que o período de parcelamento, por meio de regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional – CGSN, seja permitido até o mês anterior à disponibilidade do sistema que vai garantir o parcelamento, Lei Complementar nº 155 de 2016.
De acordo com o documento, tal ação será de grande importância, em virtude da gravidade e do momento vivido pelas empresas, a queda da atividade econômica, a elevação de inadimplência e restrições de acesso ao crédito que resultam em grande pressão sobre o caixa das empresas e sua capacidade de pagamento.
Veja a íntegra do documento enviado:
É com grata satisfação que parabenizamos este órgão quanto ao esforço que possibilitou a aprovação da Lei Complementar nº 155 de 2016. Tal legislação, sem dúvida alguma, representará um enorme estímulo aos empresários e trabalhadores das Micro e Pequenas Empresas brasileiras, principalmente neste momento de fragilidade econômica que o país atravessa e, de imediato, para as cerca de 600 mil empresas com débitos no Simples Nacional e notificadas pela RFB.
Cabe ressaltar que um dos principais pontos sancionados na proposta - com vigência imediata - é o Parcelamento Especial de Débitos do Simples Nacional. Previsto no artigo 9º da nova lei, ele prevê um prazo de até 120 (cento e vinte) meses para parcelar os débitos do Simples Nacional.
No entanto, a tramitação deste projeto no seu retorno à Câmara dos Deputados, desde o acordo firmado no Senado Federal e que definiu a redação final, demandou um prazo muito superior ao estimado na ocasião, gerando uma situação preocupante, ao limitar os débitos passíveis de parcelamento especial à competência de maio de 2016.
Felizmente, a redação do dispositivo remete ao Comitê Gestor do Simples Nacional - CGSN, a regulamentação do parcelamento dos débitos vencidos e, de forma sábia e prudente, prevê a possibilidade de reabertura ou prorrogação desse prazo, por meio da deliberação deste Comitê.
É de extrema importância reforçar a gravidade do momento vivido pelas empresas, a queda da atividade econômica, a elevação de inadimplência e restrições de acesso ao crédito que resultam em grande pressão sobre o caixa das empresas e sua capacidade de pagamento.
Diante do exposto e com a perspectiva de disponibilização do sistema de parcelamento no mês de dezembro de 2016, contamos com o apoio de Vossa Excelência para ampliar o período de parcelamento, por meio de regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional - CGSN, até o mês anterior à disponibilidade do sistema.
Reiteramos nosso compromisso, como parceiros, e também como um Sistema Sindical que representa mais de 400 mil empresas em todo o Brasil. Esteja certo de que trabalharemos em conjunto para desenvolver ações necessárias para levar ao conhecimento e efetivar o máximo de adesões na regularização dos débitos. O compromisso do Sistema Fenacon Sescap/Sescon é contribuir com a geração de empregos, manutenção das empresas e desenvolvimento do País.
Atenciosamente,
Mario Elmir Berti
Presidente da Fenacon
Fonte: FENACON
Comissão estuda a criação do Fórum Nacional de Assuntos Tributários
Para buscar mecanismos que tornem mais eficiente, no âmbito da área de atendimento da Receita Federal do Brasil, a aplicação dos atos normativos expedidos pela RFB, está sendo formatada a criação do Fórum Nacional de Assuntos Tributários.
Para buscar mecanismos que tornem mais eficiente, no âmbito da área de atendimento da Receita Federal do Brasil, a aplicação dos atos normativos expedidos pela RFB, está sendo formatada a criação do Fórum Nacional de Assuntos Tributários (Fonat), que deverá funcionar em 2017.
As definições de como vai funcionar o Fórum estão ocorrendo em reuniões realizadas entre a Receita Federal, a Fenacon e o CFC, que constituem uma comissão, instituída pela RFB, para discutir a expansão das unidades de Autoatendimento Orientado (AO) e dos Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal (NAFs), ambos da Receita Federal.
"O Fonat está sendo criado para manter um relacionamento cooperativo entre as entidades envolvidas nos procedimentos fiscais e tributários do âmbito da área de atendimento da Receita, de forma que ocorra uma compreensão mais ampla e eficiente para toda a sociedade", afirma o conselheiro do CFC e coordenador da comissão, Geraldo de Paula Batista Filho.
Além do conselheiro do CFC, a comissão conta também com Carlos Sussumu Oda, representante da Coordenação-Geral de Atendimento e Educação Fiscal da RFB; e José Rosenvaldo Rios, diretor da Fenacon.
Os assuntos a serem debatidos neste Fórum terão representantes técnicos indicados pelas entidades que serão convidadas a participar. Além do CFC, Fenacon e da Receita Federal, deverão ser convidadas outras entidades para compor o Fonat.
"A nossa expectativa é que o Fonat propicie discussões que nos auxiliem a apresentar sugestões de melhoria quanto ao atendimento da Receita à população em geral", disse Batista.
Autoatendimento orientado
Outro tema discutido na reunião foi a implementação das unidades-piloto de AO nas prefeituras das cidades de Poços de Caldas (MG), Timbaúba (PE), Afogados da Ingazeira (PE), Camaçari (BA) e Santo Amaro da Purificação (BA). Segundo o conselheiro do CFC, a partir de novembro, serão feitos contatos com as prefeituras e com as Divisões de Integração com o Cidadão (Divics) da receita federal para dar andamento à instalação das unidades.
Os membros da comissão também estão atualizando uma publicação sobre como funciona o Autoatendimento Orientado da RFB nesta nova fase de ampliação. Esse guia será disponibilizado em breve.
Por Maristela Girotto
Fonte: CFC
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Categoria
Entre em contato com o negócio
Telefone
Endereço
Nestor Gomes
Vitória, ES
29015150
Horário de Funcionamento
| Segunda-feira | 08:30 - 12:00 |
| 13:00 - 18:00 | |
| Terça-feira | 08:30 - 12:00 |
| 13:00 - 18:00 | |
| Quarta-feira | 08:30 - 12:00 |
| 13:00 - 18:00 | |
| Quinta-feira | 08:30 - 12:00 |
| 13:00 - 18:00 | |
| Sexta-feira | 08:30 - 12:00 |
| 13:00 - 18:00 |