Sankοfa - Reflexões
"História, Debates, e Promoção da consciencia histórica Afrikana."
A bíblia é um livro dos mortos. Porque àqueles que escreveram, já morreram faz muito tempo
Hoje começa o Fórum CEO da África 2026 abre as suas portas em Kigali, Rwanda.
Merci le Sénégal 🇸🇳❤️pour un moment magique !
Merci mes ancêtres ❤️🖤💚
L’unité est notre but et la victoire notre destin !
14/05/2026
Ankh, meu filho. Em respeito à tradição, já decidi por ti um nome e, mais logo, terei de escolher por ti uma certa forma de educação primária. E talvez, nada mais além disso.
Mas se ainda posso antecipar-te um conselho, então espero que, quando a fé que melhor for preencher o teu vazio, o grau de instrução que fores alcançar e o ambiente que for te moldar ameaçarem as tuas raízes, voltes sempre apressado para esta fotografia.
Para que te lembres que este, nesta fotografia, não é você, mas o lugar de onde você veio.
Ankh Imhotove II
13/05/2026
❗️ULTIMA HORA | 👉🏿 Macron diz que a França abandonou a estratégia de criar grandes bases militares no exterior:
“Já não seguimos a lógica de ter grandes bases militares em certas regiões do mundo. Tais ações já não são compreensíveis e são consideradas um meio de neocolonialismo. Este tipo de relação (entre estados) já não é saudável e foi necessário reconsiderá-la.”
~ Macron
- CALA BOCA, É PORQUE VOS XOTARAM , FORAM BEM RUADOS DO SAHEL 😭
SobaMeteConsciente 🇲🇱🇳🇪🇧🇫
13/05/2026
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NOTA: enquanto organização Pan-Afrikana, a Comunidade Sankοfa - Reflexões repudia tanto o Feminismo, assim como o Machismo.
13/05/2026
O nosso Povo ficou tão “burro”, mas tão B***O mesmo que facilmente acredita em qualquer coisa.
Mas vão te roubar os Matuba (órgãos se***is) como?
Depois fazes xixi como?
As manobras “mágicas” que o Papa Leão XIV tem “medo” que vocês dominem EXISTEM, mas não acontecem assim!
Não fiquem ESTUPIDOS! Não fiquem distraídos, vamos nos focar ainda nos acontecimentos atuais um deles é a prisão injusta do Irmão Osvaldo Kaholo.
Como f**am os Filhos e a Esposa do nosso Tropa? Como f**a a Mãe deste Patriota. É grave não pensarmos quando um justo e inocente é preso.
Um país sério se faz com Pensamento Crítico, com a Altivez Justa e com Rigor na Ação Social.
Vocês Povo deviam se preocupar não com quem anda a “roubar” os vossos Matuba, mas com os Ndoki/Muloji que ROUBAM O VOSSO KIMUNTU E A VOSSA CAPACIDADE DE PENSAR!
RESISTÊNCIA!
Por: Kumpemba Elimbondo
12/05/2026
Nos últimos três meses enquanto eu preparava o lançamento da minha obra "Águia Negra, Lukembo e Kieza" eu acabei tendo contacto com alguns manuscritos meus que tiveram início mas sem fim e alguns que já foram escritos por completo, por onde deparei com um ensaio crítico que eu escrevi sobre a pornografia em Áfrika, isto é, em 2022 após ter contacto com a obra do professor Elavoko "Coisas Que Não Se Dizem" que apresenta também essa temática.
A verdade é que, o obsceno em Áfrika é um tema ainda muito exclusivo para ser abordado em obras académicas, uma vez que exige estudos, balanços ou equilíbrio entre as culturas diferentes. Mas feliz ou infelizmente o meu material não foi criado com base em uma grande percentagem de factos científicos, embora eu traga nele dados, a metodologia não é "tão, exigente" quanto um científico.
Então, a forma como a pornografia tem sido discutida em Áfrika leva-nos a um conflito entre a moral, tradições locais e capitalismo digital que são de certeza as principais maneiras de olhar para essa problemática. Olhar no choque entre a modernidade e o tradicional.
Em diversas culturas afrikanas, a exposição do corpo está inserida em sistemas culturais que lhe atribuem signif**ados sociais e espirituais, assim como identitário, logo, é comum que nalgumas culturas o corpo funcione como superfície simbólica por onde inscrevem-se os valores colectivos. Para essas sociedades a exposição corporal é associada a rituais, estatuto social ou pertença comunitária, não sendo necessariamente carregada de conotação sexual. O que de certa forma evidencia que a nudez em Áfrika é culturalmente regulada adoptada de signif**ados específicos, causando um choque com a ideia universal que considera o corpo exposto como natureza do erótico, enquanto que para algumas culturas afrikanas é um elemento de comunicação social e não exactamente um objecto de consumo como tem sido muitas vezes verif**ado.
Embora o obsceno envolva exposição corporal, as análises são feitas com base nas intenções ou contexto histórico. A maneira como ocorrem essas exposições, tal como disse antes, para algumas culturas afrikanas essa exposição resulta como forma de expressão identitária, cá em Angola, temos ainda a presença de comunidade que vivem valorizando essa expressão "a tribo mumuíla" onde as mulheres são vistas comummente sem uso de vestes para cobrir os seus peitos e, é nesse lado onde envolvemos a pornografia com base a visão da neurociência e psicologia, que relacionam essas exposições a instintos neuropsicológicos. Diferente das exposições que muitas vezes tem se verif**ado fora de um contexto cultural com fins de excitação ou aliciar olhares.
Enfim, é tanta coisa que precisa ser analisada nessa complexidade que desafia o sagrado do explícito. Mas, uma verdade é que a Áfrika não conhecia a pornografia no sentido de busca de excitação e educação sexual ou satisfação de desejos até ter contacto excessivo com esses materiais que tiveram um impacto global no mundo digital, mas atualmente a Áfrika chega a ser um continente que muito consome esses conteúdos, principalmente os menores de idade.
Txt.: Rosa Ambriz
12/05/2026
❗ 👉🏿 Trouxe aquelas Melaninas bem perto de ti. 🥰
SobaMeteConsciente 🖤
12/05/2026
TEU É TEU, DO OUTRO É DO OUTRO | O UBUNTU NUNCA FOI INGÉNUO
O “Ubuntu” (Sou porque nós somos) nunca, enquanto princípio, existiu isoladamente. Sempre existiram outros princípios filosóficos com sentido relativamente contrários. Digo “relativamente contrários” porque, no fundo, são só complementares, não contrários.
Como é o caso do “Kiaku Kiaku, Kyangani Kyangani” (teu é teu, do outro é do outro) ou, ainda, “Samokweno sikufanha kasaviaco” (Do outro te enfeita, mas não te pertence). O abraçar o outro, o se construir com o outro (Ubuntu), nunca negligenca a necessidade de saber diferenciar o que é teu e o que é do outro.
O “Nós”, do Ubuntu, não quer dizer “todos”. Aliás, a larga sabedoria afrikana nos ensina a reconhecer que temos uma identidade, e essa identidade é, justamente, o que nos distingue dos “outros”. E isso é sobre tomar consciência da responsabilidade para a autoconstrução, não como ideal de subjugação do “outro”, conforme acontece no ocidente.
O que é nosso deve ser sempre prioridade, pois: TEU É TEU, DO OUTRO É DO OUTRO!✊🏾
Não sabeis vós que uma praga, quando não combatida, tende a expandir-se de forma descontrolada. Assim sucede com a religião.
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