Extreme Tech
A loja mais completa na informática. Tudo para você montar um PC robusto, potente. Gráf**as, Boards, LCDs, RAM, HDD, JoySticks, Cases, HeadPhones, etc.
05/01/2014
As 9 coisas que vão desaparecer das nossas vidas...
Não deixa de ser interessante notar, e muito verdadeiro também, se estas mudanças vão ser boas ou más, depende em parte de como nós nos adaptarmos a elas. Mas, quer as desejemos ou não, aqui vão elas...
1. O Correio
Vai-te preparando para viver um mundo sem Correios. Eles estão a descair tanto com problemas financeiros que provavelmente não há maneira de os aguentar por muitos mais anos. O e-mail, FedEx, Facebook e SMS, têm praticamente dizimado as cartas, que é como quem diz a receita mínima necessária para manter os Correios a funcionar. O pouco do que ainda recebemos pelo correio, todos os dias, não passa de ”lixo” e contas.
2. O cheque
A União Europeia já está a preparar o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa bilhões de euros por ano ao sistema bancário. Cartões de plástico e transacções on-line, ou pelo telefone, vão levar à eventual extinção do cheque. Isto tem ligação directa para a morte dos Correios. Se ninguém nunca pagar as suas contas pelo correio e nunca receber as pensões pelo correio, os Correios f**am em absoluto fora do negócio.
3. O jornal
A geração mais jovem simplesmente não lê o jornal. Eles certamente não se deslocarão a um quiosque para procurar um jornal impresso. Foi o que já aconteceu com o leiteiro e o padeiro. Quanto ao ler o jornal on-line, preparem-se para ter de pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis com Internet e e-readers, tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para criar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e outras grandes empresas de telefonia móvel para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga.
4. O livro
Vocês podem dizer que nunca vão desistir do livro físico, que seguramos na mão enquanto lemos e vamos virando as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que o meu CD tivesse cópia impressa. Mas eu rapidamente mudei de ideias quando descobri que poderia obter os álbuns pela metade do preço, sem sair de casa, para conseguir os últimos êxitos. A mesma coisa está a acontecer com os livros. Hoje já podemos navegar nas livrarias on-line, e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade do de um livro em papel. É só pensar na conveniência! Assim que começares a passar os dedos pelo ecrã, em vez do livro, vais entrar na história como se fizesses parte dela, e a desejar mais ver o que acontecerá a seguir, esquecendo logo de que estás a segurar um gadget em vez de um livro.
5. O telefone fixo
Já hoje não precisamos do telefone fixo. A maioria das pessoas ainda o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Até a própria Telecom aproveita a linha do telefone mais para serviços, como o da televisão, do que para o telefone. Inclusivamente todas as empresas de telemóveis oferecem serviço fixo gratuito porque ele já é inespressivo.
6. A Música
Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria discográf**a está a definhar de morte lenta. E não é só por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é que é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente a autodestruir-se. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Anexos dos Catálogos", o que signif**a música tradicional, com a qual o público está familiarizado. Os artistas mais antigos e consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo.
7. A Televisão
As receitas dos canais televisivos tem caído drasticamente. Não apenas por causa da crise. As pessoas estão a preferir assistir a televisão e filmes a partir dos seus computadores. E, ao mesmo tempo, elas jogam e fazendo muitas outras coisas, que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo a ver televisão. Programas do horário nobre descambam abaixo do menor denominador comum. A publicidade roda a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. Está na hora das empresas do cabo serem postas de fora da nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line através do Netflix.
8. As coisas que hoje usamos
Muitos dos bens que usamos e possuímos já não poderemos realmente possui-los no futuro. Eles podem simplesmente f**ar na "nuvem ". Hoje os nossos computadores ainda têm um disco rígido, onde guardamos as nossas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está num CD ou DVD, sempre podemos reinstalá-lo, se for necessário. Mas tudo isso está a mudar. Os serviços de internet oferecem "serviços em nuvem" gratuitos. Isso signif**a que assim que ligamos o computador, a Internet é incorporada ao sistema operativo. Assim, se clicar num ícone, ele vai abrir algo na Internet. Se guardar alguma coisa, ela será salva na nuvem. Neste mundo virtual, podemos aceder à nossa música, ou aos nossos livros, ou qualquer coisa do género, a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo movel. Não é porque as coisas estejam mais seguras, mas porque essa é a realidade do futuro.
9. A nossa privacidade
Se já houve um conceito, com que podemos olhar para trás com nostalgia, é o da privacidade. Isso já acabou. Ela foi-se já há muito tempo, de qualquer maneira. Vivemos a era do "big-brother". Há câmaras nas ruas, na maior parte dos edifícios, e até mesmo no nosso computador e telemóvel. E vocês podem ter certeza que funcionam 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem és e onde estás, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se comprarem alguma coisa, isso é colocado num trilhão de perfis, e passam a receber anúncios reflectido essa escolha. Neste momento é possível conferir todos os teus passos, desde que te levantas até que te deitas, documentando-os em filmes ou fotografias.
Tudo o que temos perdido e que não pode ser alterado são as "Memórias"... E mesmo essas, provavelmente, o Alzheimer nos vai tirar também!
O futuro já é hoje…
01/01/2014
RUMOR: GALAXY S5
E OUTROS APARELHOS SAMSUNG PODEM TER 4GB DE RAM
- Chip produzido pela empresa sul-coreana promete garantir pelo menos 4GB de RAM na sua nova linha de smartphones e tablets top de linha
A tecnologia aplicada em dispositivos móveis caminha a passos bem largos. Depois dos recentes lançamentos do iPhone 5S e 5C, com hardware bastante potente, a Samsung partiu em disparada para lançar a próxima versão da família Galaxy.
É claro que estamos falando do Galaxy S5 - que já teve a tela em curva descartada. A Samsung tomou emprestada pelo menos duas tecnologias aplicadas pela Apple para o novo projeto: O processador de 64bits e o sensor digital.
Entretanto, a empresa sul-coreana anunciou no último dia 30 que vai produzir uma nova linha de chips DRAM mobile de 8 Gb LPDDR4. Com este chip os aparelhos são capazes de rodar com 4GB de memória RAM. As informções são do site Coreano Ittoday.
Vale ressaltar que os modelos atuais - top de linha e com preços elevados - possuem 2GB de RAM.
Uma das excepções é justamente outro aparelho Samsung, o Galaxy Note 3 - que tem 3GB. A aplicação deste chip, muito provável que seja usado no Galaxy S5, vai acelerar o tempo de resposta para os aplicativos e deixar todo o funcionamento do aparelho mais rápido. Segundo a própria Samsung, o chip vai otimizar e reduzir bastante o consumo da bateria.
Todas estas novidades devem chegar ao mercado consumidor este ano e, deve acompanhar aparelhos com telas grandes, tablets, notebook e outros aparelhos.
O uso do chip deve acelerar a utilização de tecnologias de imagem 4K.
Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.
Categoria
Telefone
Website
Endereço
Maputo Shoping 319
Maputo
2613